“Bambam” diz que tiros não foram no seu bar e que estabelecimento não é “cabaré

A comerciante Laureane Sousa, popularmente conhecida como “Bambam”, disse na noite deste domingo (21) que os tiros efetuados contra um suposto ex-presidiário conhecido como “Bilinha”, na noite deste sábado (20), não foram em em seu bar e que o seu estabelecimento situado no Assentamento Rich Charles, no município de Conde, não é “cabaré”.

“Querem me difamar com essas acusações. Devem ter partidos de pessoas que possuem inveja da minha pessoa, pois graças a Deus vivo do meu trabalho”, afirmou “Bambam”, admitindo que os tiros acontecerem, mas que foram próximo a um campo de futebol nas imediações do seu estabelecimento comercial. “As pessoas que estavam no meu bar correram, pois bala não faz curva, no entanto, os desafetos aconteceram fora do meu estabelecimento”, disse ela.

“Bambam” informou que é bastante conhecida no assentamento, local onde reside há bastante tempo e que seu estabelecimento comercial é familiar. “Sirvo almoço e janta diariamente. Não procede a informação de que meu bar um um ponto de prostituição ou cabaré. Sou casada, tenho uma filha e jamais me passaria pra isso. Tenho que dá bom exemplo”, justificou a comerciante.

A comerciante informou que seu estabelecimento sequer está funcionando normalmente devido a pandemia da Cocvid 19 (novo coronavírus). “E quando funciona normalmente, tenho a ajuda de duas primas, ambas casadas e mulheres de respeito. Não procede o que falaram sobre o meu estabelecimento. Deus é Maior”, alegou.

O caso

O fato ocorreu por volta das 22h deste sábado, 20. Desconhecidos efetuaram vários disparos contra um suposto ex-presidiário conhecido como “Bilinha”. Apesar dos tiros, a vítima sofreu ferimentos leves, conseguiu fugir e os autores também se evadiram.

A informação foi de que o ocorrido teria sido no bar de “Bambam” e que o local seria um “cabaré”, o que foi desmentido pela proprietária. A polícia até o momento não encontrou vítima e nem acusado. No assentamento, ninguém falar sobre o caso.

Por Marcos Lima

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