À medida apuração da eleição continua, EUA tem segunda noite de protestos

Apoiadores do presidente americano, Donald Trump, em protesto em frente a local de contagem dos votos no condado de Maricopa, no Arizona Foto: EDGARD GARRIDO / REUTERS

WASHINGTON — Os Estados Unidos vivem uma segunda noite de protestos, enquanto os votos da eleição presidencial continuam a ser apurados. Embora grande parte das manifestações desta quarta-feira tenham sido pacíficas, em algumas cidades os nervosos se tensionaram. Na noite anterior, ao menos 20 pessoas foram presas durante protestos.

Em Minneapolis, manifestantes bloquearam a Interestadual 91, uma das principais rodovia de Minnesota, em um ato contra o presidente americano, Donald Trump, que tenta a reeleição. A polícia do Estado prendeu algumas das pessoas que faziam parte do protesto e se recusaram em deixar a via. A corporação, porém, não informou quantos foram detidos.

Na Pensilvânia, um dos estados onde a disputa está mais apertada, protestos exigindo que todos os votos sejam contados eclodiram na cidade de Filadélfia. Mais cedo, a campanha de Trump anunciou ter entrado com um processo para parar com a apuração das cédulas restantes, que devem ser favoráveis a seu rival, o democrata Joe Biden. Segundo autoridades estaduais, a contagem de todos os votos deve terminar apenas na sexta-feira.

Protestos para que todos as cédulas sejam apuradas também aconteceram nas cidades de Portland, Chicago e Nova York — nesta última, houve pequenos focos incêndio causados pelos manifestantes.

Já em Detroit, manifestantes a favor do presidente se reuniram em frente a um dos locais onde a apuração estava acontecendo. Eles exigiram que a contagem fosse suspensa, alegando que cédulas fraudulentas estavam sendo contadas. Alguns deles batiam na janela do espaço e gritavam: “Parem a contagem!”.

No condado de Maricopa, no Arizona, uma multidão em apoio de Trump também se reuniu em frente a um ponto de contagem. Sua reivindicação, no entanto, é que alguns veículos de imprensa já cravavam a vitória de Biden no estado, embora faltassem votos a ser contados.

Extra 

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