EUA batem novos recordes e superam os 10 milhões de casos de Covid-19


Joe Biden fez um discurso sobre a crise sanitária no qual disse que o uso de máscaras de proteção deve ser adotado por todos e que a “batalha” contra o vírus ainda está longe de ser vencida.
 REUTERS – JONATHAN ERNST

Os Estados Unidos superaram nesta segunda-feira (9) os 10 milhões de casos de Covid-19 desde o início da pandemia. O balanço se baseia na contagem da Universidade Johns Hopkins.

O país, o mais afetado do mundo pela pandemia, levou apenas 10 dias para passar de 9 a 10 milhões de casos confirmados. Na semana passada, os Estados Unidos também haviam batido vários recordes de novas infecções diárias.

De acordo com dados da Johns Hopkins, o país registrou mais de 100 mil casos positivos durante 24 horas nos últimos quatro dias, com pico de 127 mil entre quinta e sexta-feira (6).

Com mais de 237.000 mortos, a principal potência mundial paga o preço humano mais alto pela pandemia. Com seus 10 milhões de casos, o país já representa quase um quinto do número total de infecções registradas em todo o mundo desde que o vírus apareceu na China no final de 2019.

Prioridade de Biden

A luta contra a Covid-19 será uma das prioridades do presidente eleito Joe Biden. O democrata já revelou a composição de sua unidade de crise contra a pandemia. O grupo contará com cientistas e especialistas em saúde pública, que o ajudarão a estabelecer um roteiro para enfrentar a surto a partir de sua posse em 20 de janeiro.

“Um inverno bastante sombrio está diante de nós”, alertou Biden durante um discurso sobre a crise sanitária nesta segunda-feira. O democrata disse ainda que o uso de máscaras de proteção deve ser adotado por todos e não pode ser visto como uma “postura política”.

Ao comentar o anúncio feito pela manhã pelo grupo farmacêutico Pfizer, que revelou que sua vacina contra a Covid-19, desenvolvida em conjunto com o laboratório alemão BioNTech, apresentava “90% de eficácia” contra o vírus, Biden, foi prudente. O presidente eleito dos Estados Unidos disse que via muitos “motivos de esperança” no anúncio, mas lembrou que a “batalha” contra o vírus ainda está longe de ser vencida.

(Com informações da AFP)

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