LUCENA – Léo Bandeira, prefeito sem vinculação consanguínea (Opinião)

*Cícero Lima e Sousa

Durante décadas, as famílias FALCÃO e MONTEIRO comandaram os destinos políticos e administrativos da Cidade de Lucena, situada no litoral norte da paraíba, mas na última eleição, perderam o controle para um nome sem nenhuma vinculação consanguínea.

Agora, a partir do primeiro dia deste mês de janeiro de 2020, os destinos dessa cidade litorânea passaram às mãos de Leo Bandeira, de quem o povo espera ações novas e voltadas para impulsionar o desenvolvimento da cidade, notadamente nas áreas turísticas e industriais.

O novo prefeito, se quiser se fixar politicamente como administrador, precisa adotar ações voltadas para o desenvolvimento da cidade, cujo território ao longo dos anos tem sido explorado por políticos que só o enxergam na época das campanhas eleitorais e logo depois esquecem.

As deficiências estruturais da cidade de Lucena são enormes, pois sequer tem uma Delegacia de Polícia, dotada de estrutura para atender a população e, em razão disso, multiplicam-se os furtos, assaltos, tráfico de drogas e ´homicídios.

Lucena possui belas praias e monumentos históricos, mas a cidade não dispõe de um único restaurante ou hotel em condições de proporcionar o acolhimento de uma família que esteja a passeio ou mesmo ao visitante comum.

Projetos mirabolantes já foram anunciados para Lucena, mas nenhum até hoje saiu do papel, a exemplo da via costeira de Lucena, porto de águas profundas, estaleiro de reparo de navios e ultimamente o parque aquático (Sun Park).

O novo prefeito de Lucena precisa extinguir a velha prática da política de clientelismo adotada por administrações passadas, e partir firme para ações voltadas para o desenvolvimento turístico e industrial do município, bem assim defender as poucas áreas de preservação que ainda restam, pois, maioria delas foram dizimadas pelas ações de elementos inescrupulosos.

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* Cíceero Lima e Sousa – Jornalista Profissional, vinculado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). É também advogado, com inscrição na Ordem dos Advogado do Brasil, seccional Paraíba (OAB-PB). Possui residência fixa em Lucena e integra equipe de profissionais da comunicação paraibana que está criando a ALI – Associação Lucenense de Imprensa.

 

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