Opinião: João Gonçalves tem tudo para se firmar um líder político na PB, mas se errar o povo não o perdoará

Olá, leitor! Vamos para mais uma interação baseada na discordância ou concordância política, que para a minha pessoa é extremamente salutar, pois a democracia começa por tais princípios basilares. E reconheço como ponto assertivo a fala do ex-secretário de Articulação Política, o deputado estadual João Gonçalves (Podemos). Na sua longevidade política, sempre foi um parlamentar equilibrado, e aposta com todas as suas fichas na gestão do governador João Azevêdo (Cidadania)

Foi vereador de João Pessoa por três mandatos e eleito, em 2018, para sua quinta legislatura como deputada estadual. Ele é zootecnista e administrador. Duas áreas nobres, e que estão diretamente ligadas a uma sociedade supostamente em evolução.

Pois bem! Chamado foi por Azevêdo, no ano passado, para um papel que só os diplomatas fazem. Gonçalves foi alçado para o cargo no Executivo à Articulação Política da atual gestão daquele que ocupa o Palácio da Redenção na atualidade.

Dito isso, saiu-se bem. Formatou uma boa base de sustentação a Azevêdo, dialogou com oposição e situação nas esferas municipal, estadual e federal, livre do ranço dos seus pares. Agora disputa o cargo de Primeiro Secretário da Mesa da ALPB, nesta segunda-feira (01) com os seus colegas de Casa, Pollyana Dutra (PSB) e Walber Virgolino (Patriotas).

É o postulante a ser o mais cotado por seus colegas da Casa de Epitácio Pessoa. Inclusive oposição e situação entendem tal fato, por ser ele um conciliador. Um político dos bastidores que, em seu gabinete, residem importantes proposituras em prol à população, estando muitos já aprovados pelo Executivo e outros na fila natural da espera.

Por isso Gonçalves tem a aprovação de João Azevêdo, da maioria dos colegas e da própria sociedade para ocupar tamanho cargo de responsabilidade social. Importante destacar que se eleito e falhar, será cobrado. E o preço das cobranças hoje, em especial do povo, não se limita a uma dentadura ou óculos de grau.

A sociedade quer, e tem razão, que seus representares tenham a mesma altura dos sufrágios que o colocaram no exato local que estão. Gonçalves ou outro possível vencedor que não seja um déspota. Pois, para esses ou esses, a Bastilha cai rapidamente e o ostracismo político e implacável

Eliabe Castor
PB agora

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