Lucena deverá ter de volta a balsa que por longos anos fazia travessia através do Rio Miriri

Lucena deverá ter de volta a balsa através do Rio Miriri, que por muitos anos fazia a travessia de transportes e pessoas entre o município e a cidade de Rio Tinto, no litoral norte paraibano. Estudos neste sentido estão bastante avançados, e com, com seu retorno, haverá um grande incremento no comércio de ambas cidades.

A ideia já posta em prática partiu do secretário de turismo da cidade de Lucena, Carlinho do Leite que já esteve reunido com oficiais da Capitania dos Portos. Já analisaram o local onde a balsa funcionava, foram feitas fotografias e já fizeram medição.

“A Capitania dos Portos, através do sargento Fidélis, já acenou de forma positivia. Nesta sexta-feira estaremos reunidos na Sudema para também discutir o assunto. O retorno dessa balsa é provável e vai incrementar o turismo e o comercio dos municípios de Lucena e Rio Tinto”, disse o secretário Carlinho do Leite. A volta da balsa tem o apoio integral do prefeito de Lucena, Léo Bandeira.

A iniciativa da Prefeitura de Lucena, através da Secretaria Municipal de Turismo em retornar com as atividades da referida balsa vem ganhando apoio de diversos seguimentos da sociedade, inclusive, da Câmara Municipal de Rio Tinto que elogiou o prefeito Léo Bandeira e toda a sua equipe.

Com o retorno da balsa será possível turistas terem acesso aos dois municípios, no sentido de conhecer os pontos turísticos e movimentar ainda mais o comercio local. Lucena e Rio Tinto são cidades com grande potencial turístico. Muitos turistas atravessam a balsa Cabedelo/Lucena, e estes tem dificuldade de conhecer Praia de Campina, o projeto Peixe-boi, em razão dessa dificuldade de acesso, o mesmo ocorrendo com as belezas turísticas da cidade de Lucna.

O Rio Miriri – O rio tem suas cabeceiras na divisa dos municípios de Mari e Sapé e segue no sentido oeste-leste, como divisa natural de vários municípios paraibanos até desembocar no Oceano Atlântico, mais precisamente entre os municípios de Lucena e Rio Tinto. Sua foz forma um maceió durante as marés baixas e apresenta muitas rochas e uma barra que vai se desfazendo a medida que a maré alta avança.

Quando a maré retrocede, a mesma barra volta a se refazer graças a diferença de nível entre o mar e as terras um pouco mais a oeste.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação

 

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