Em Lucena, presidente do DEM ameaça renunciar cargo, caso seja envolvido na expulsão de suplente Júnior Bocão

Paulo Morais da Silva, ex-chefe de gabinete do ex-prefeito Marcelo Monteiro (Cidadania) e atualmente presidente dos Democratas (DEM), na cidade de Lucena, ameaçou na manhã desta quarta-feira, dia 24, renunciar ao cargo, caso os diretorianos lhe envolvam na expulsão do suplente de vereador Júnior Bocão.

Em conversa com o blog, Paulo Morais disse mão comungar com o que fizeram com o suplente Júnior Bocão. Informou também que não participou da reunião que expulsou o filiado, pelo fato de não concordar com o que estavam fazendo. “Disse isso publicamente a todos eles e sou capaz de renunciar ao cargo de presidente do DEM, caso me envolvam nesse episódio”, afirmou Paulo Morais.

Dizendo-se amigo de todos e que não tem inimizades na cidade de Lucena, o presidente do DEM foi enfático ao afirmar que “não é agora, depois de muito tempo na política e na administração pública que vai arranjar inimizades. “O que fizeram com o suplente de vereador Júnior Bocão não tem meu apoio. Não participei da reunião e disse os reais motivos”, alegou, acrescentando que “não quero que me envolvam, caso contrario, poderei renunciar a presidência dos Democratas”, concluiu.

De acordo com a ata de expulsão de Junior Bocão dos quadros de filiados do DEM, a reunião ocorreu no dia 19 de fevereiro passado e foi presidida pelo vice-presidente Alex Monteiro, derrotado nas eleições municipais de 2020. A justificativa para a expulsão é a de que Júnior Bocão teria infringido a legislação eleitoral, quando, filiado ao DEM, teria declarado apoio em plena campanha ao prefeito eleito Léo Bandeira (Solidariedade). Um fato curioso na ata é que os participantes apenas rubricaram o documento, sem constar sequer os nomes dos mesmos.

Por Marcos Lima

 

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