Vereadores dizem que em 100 dias, prefeita Alyne Povão “inchou folha” em mais de R$ 400 mil

Léo Nascimento e Sebastião de Zé Ramos denunciaram ainda que prefeita obriga funcionários públicos a concluirem obra, no lugar de trabalhadores de empresa que ganhou licitação

Documentos comprovam denúncia dos vereadores

Os vereadores Leonardo Nascimento e Sebastião de Zé Ramos, denunciaram nesta sexta-feira, dia 16, durante entrevista a uma emissora de rádio em Santa Rita, o “inchaço” da folha de pessoal na Prefeitura Municipal de Cruz do Espírito Santo, de forma proposital por parte da prefeita Alyne Povão. Segundo eles, nesses 100 dias de gestão, o que a prefeita Alyne Povão fez foi aumentar em mais de R$ 400 mil a folha de pessoal, passando de 713 funcionários em janeiro para mais de 900 nos dias atuais.

“O intuito dessa prefeita não é de realizar obras no município e sim contratar gente”, disse Léo Nascimento, informando que a receita da prefeitura gira em torno de R$ 3 milhões e que mais de 50% vão para pagar salários. “Quando começou a exoneração em massa nesse período de pandemia, pensamos que seria para realização de obras”, afirmaram os parlamentares.

Eles denunciaram também que a prefeita Alyne Povão está obrigando funcionários da Prefeitura Municipal de Cruz do Espírito Santo para concluir as obras da Policlínia, quando, na gestão do ex-prefeito Pedrito, hoje secretário de Planejamento, foi feito licitação e a empresa vencedora abandonou a obra.

“NOs 100 dias de gestão, o que a prefeita fez também foi colocar meia dúzia de funcionários na Policlínica para dizer que iniciou a obra. Esta obra está parada e abandonada. Vamos solicitar quem são esses funcionários. A empresa que ganhou a licitação tem que concluir a obra e não os funcionários da prefeitura”, concluíram.

BLOG DO MARCOS LIMA

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