qua. jan 26th, 2022

João: “Se eu tivesse alguma mácula na minha honra, não seria governador”

O governador João Azevêdo (Cidadania) rechaçou insinuações feitas por adversários de que seria um governo de continuidade do antecessor, Ricardo Coutinho (PT), e rebateu acusações relacionadas à Operação Calvário, que apura desvio de recursos destinados para Saúde e Educação na gestão anterior.

“A gente fala muito sobre a pandemia, mas esquece o que foi 2019, o que foi 2019 para essa gestão. Se nós tivéssemos qualquer tipo de mácula na minha honra, eu não seria mais governador desse estado não. E isso eu me orgulho muito. Me orgulho muito de ter passado durante todo esse processo de operação, de tudo que foi coisa, de ter minha vida investigada durante muito tempo. Durante um ano eu tive a minha vida virada pelo avesso. Se nada foi achado, é porque nada não tem. Eu tenho muita tranquilidade para enfrentar isso”, afirmou Azevêdo durante entrevista à TV Master.

João pontuou que as Organizações Sociais responsáveis por gerir serviços no Estado foram retiradas da gestão. O Ministério Público da Paraíba concluiu que essas empresas contratadas por Ricardo, a exemplo da Cruz Vermelha, executavam serviços mediante o pagamento de propina.

“Volto a dizer. A Paraíba foi capaz de tirar todas Organizações Sociais daqui de dentro, assumiu o sistema de saúde que hoje dá essa resposta fantástica. [Um sistema de Saúde] que tirou nota dez pelo IPEA, que disse que a Paraíba seguiu todos os protocolos e a ciência, só quatro estados tiraram nota dez. Essa saúde não depende mais de Organização Social não”, destacou.

Azevêdo se mostrou disposto a colocar o tema em discussão na sucessão eleitoral para que possa expor alguns pontos que precisam ser esclarecidos.

“Vocês são testemunhas que nos estados que têm alguma OS funcionando os escândalos que ainda estão por aí. É isso que me deixa muito tranquilo. Saber que estamos no caminho certo com muita tranquilidade para enfrentar qualquer disputa. Quando eu digo que em 2022 será muito bom que tenhamos pessoas para debater, é para que a gente possa colocar alguns ‘pontos nos is’ que ainda não foram colocados”, frisou.

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